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Foto: Carlos Barria/Reuters
Meses depois do acidente na plataforma, a maré negra ainda afectava a costa do Louisiana

Adiado julgamento sobre factura da BP na maré negra no Golfo do México
27.02.2012
AFP, PÚBLICO

O julgamento que deveria começar hoje nos Estados Unidos para determinar quanto terá a BP de pagar por causa da maré negra no Golfo do México foi adiado por uma semana. O juiz de Nova Orleães quer dar mais tempo aos negociadores de um eventual acordo.

Dezenas de milhões de dólares estão em jogo neste processo para determinar as responsabilidades do gigante petrolífero britânico na maré negra que 2010, considerada a pior na história dos Estados Unidos.

“Por razões de eficácia da Justiça e para permitir às partes avançar no sentido de um acordo”, a abertura do processo foi adiada para 5 de Março, decidiu o Tribunal de Nova Orleães.

A BP e os queixosos confirmaram, num comunicado comum, este adiamento para lhes permitir continuar as negociações. Mas salientaram “que nada garante que estas conversações vão levar a um acordo”.

O director-geral da BP, Bob Dudley, ainda tem esperança de chegar a acordo, disse neste domingo ao jornal Sunday Telegraph.

São várias as empresas e particulares que acusam a BP e as companhias Transocean e Halliburton que com ela exploravam o poço Macondo, no Golfo do México, de terem negligenciado os sinais antes da catástrofe. A 20 de Abril de 2010, um incêndio destruiu a plataforma petrolífera Deepwater Horizon, situada a 80 quilómetros da costa de Nova Orleães, causando a morte a 11 funcionários. O equivalente a cinco milhões de barris de crude foram derramados para as águas do Golfo do México.

  
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92,1% das águas balneares da União Europeia cumprem as normas mínimas de qualidade e mais de três quartos são mesmo “excelentes”, encontrando-se Portugal acima da média, segundo um relatório da Agência Europeia do Ambiente divulgado a 23 de Maio. Fotografia: Pedro Cunha



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