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Foto: Enric Vives Rubio (arquivo)
Humberto Rosa disse que toda a sociedade vai sentir os efeitos destas medidas
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O rei vai nu
Por Demos - Lisboa
Este acontecimento faz lembrar a história do rei vai nu. Declara que o pacote foi interessante, com lógicas certas e que Portugal está numa situação confortável. O que é que isto quer dizer em termos práticos? Apostar nas renováveis? Mas isso já se sabe. Repare-se nestas frases generalistas que mostram o quão longe estão as declarações longe da realidade: " "Mas, à partida, não há nenhum risco estratégico" para Portugal. De facto, o país apresenta-se com uma "situação confortável", nomeadamente quanto às metas dos biocombustíveis - antecipadas em dez anos - e das energias renováveis. "Temos potencial, metas e investimento" para cumprir o Protocolo de Quioto.O pacote de medidas, que Durão Barroso considerou o mais completo do mundo para combater as alterações climáticas, vai afectar "toda a sociedade (...). É isso mesmo que se deseja", considerou Humberto Rosa. "As alterações climáticas são, por si, um sinal da insustentabilidade em geral. Quer as indústrias, quer os privados, quer as pessoas nas suas casas, têm de receber um impulso para mudar de hábitos, sem mudar o seu bem-estar". Meus senhores o país está atrasado, por isso é que não apresenta riscos ambientais. Não venham justificar o injustificável, e se há reformas a fazer é caso para admirar porque não se fez, em determinadas zonas localizadas. E veja-se lá o que faz, porque as indústrias estão a fugir para outros espaços económicos, e quem fica com os desempregados somos nós os contribuintes, enquanto só se abana a cabeça ao que se impõe, que é para outros países serem mais atractivos para o investimento.
E já agora, quando tirarem a fotografia ao secretário de Estado evitem apanhar a porta, ou trabalhem a fotografia para se tirar a porta, porque para todos os efeitos é nosso representante de Estado.
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politicamente incorrecto...
Por Breogan - Porto
Sabiam que sem CO2 não haveria árvores, nem alimento para os animais marinhos ? Sabiam que há vários milhões de anos houve uma época glaciar em que, na atmosfera, o CO2 era superior em cerca de 25 vezes ao que hoje existe ? Sabiam que vos mentem para montar um negócio com as ventoinhas e com o bio-diesel ? A propósito, sabiam que para produzir 1 litro de bio-diesel são necessários cerca de 600 litros de água potável para regar os cereais utilizados ? Porque não se preocupam os cavalheiros de Bruxelas pelos milhões de litros de água potável que todos os meses se consumem na Europa para regar campos de golfe ?
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Título
Por Maria dop Rosário Lopes - Lisboa Portugal
eu por mim estou de acordo com o pedro miguel fernandes porque efectivamente já há paises suficientes com energia nuclear e as poluição possivel que daí advém, nós aqui com tanta capacidade ,O MAR O VENTO, penso que deviamos em tempo de Crise recobrar forças para grandes investimentos de Futuro, de base Sustentável, e, por ora tentar minorar erros do passado que tudo afectaram o nosso Ambiente e que precisa de muita Aprendizagem e Trabalho para conseguir.Força Juventude Força Portugal Força Mundo
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Clima: Bruxelas seguiu critérios "justos" e as "lógicas certas", defende Humberto Rosa 23.01.2008
Helena Geraldes
O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, considera que o pacote de medidas apresentado esta manhã pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, segue critérios "justos" e "interessantes" e as "lógicas certas". Portugal surge na figura com uma "situação confortável".
Poucas horas depois de José Manuel Durão Barroso ter apresentado as novidades da política climática dos 27, numa sessão extraordinária no Parlamento Europeu, o secretário de Estado do Ambiente português comentou ao PÚBLICO que, "à primeira vista", a "Comissão Europeia seguiu critérios interessantes".
Humberto Rosa salientou o facto da distribuição dos esforços de redução nacionais passar a ser ditada pelo Produto Interno Bruto (PIB) per capita, tendo em conta a riqueza de cada país. "É interessante o PIB contar para os chamados sectores difusos" (aqueles que restam do sector industrial e electroprodutor), como a agricultura e os resíduos.
Outra vantagem é, para o governante, a substituição dos 27 planos nacionais de atribuição das licenças de emissão por um único plano europeu, algo que considera "mais vantajoso". "Com 27 planos nacionais diferentes torna-se difícil ter critérios uniformes e comparáveis a nível europeu".
As medidas propostas serão agora analisadas por vários ministérios, entre eles o do Ambiente e da Economia. "Mas, à partida, não há nenhum risco estratégico" para Portugal. De facto, o país apresenta-se com uma "situação confortável", nomeadamente quanto às metas dos biocombustíveis - antecipadas em dez anos - e das energias renováveis. "Temos potencial, metas e investimento" para cumprir o Protocolo de Quioto.
O pacote de medidas, que Durão Barroso considerou o mais completo do mundo para combater as alterações climáticas, vai afectar "toda a sociedade (...). É isso mesmo que se deseja", considerou Humberto Rosa. "As alterações climáticas são, por si, um sinal da insustentabilidade em geral. Quer as indústrias, quer os privados, quer as pessoas nas suas casas, têm de receber um impulso para mudar de hábitos, sem mudar o seu bem-estar".
As medidas apresentadas "têm as lógicas certas". É preferível ter os custos agora, que são "comportáveis", do que mais tarde.
Sobre o sequestro e armazenamento de carbono, "tecnologia de transição" prevista no pacote, Humberto Rosa comentou que lhe "parece muito importante apostar" nestas soluções. "Tudo indica que o mundo vai continuar, ainda por muito tempo, a utilizar combustíveis fósseis". Por isso, considera "urgente" apostar nestas tecnologias.
A Comissão Europeia incluiu o nuclear como fonte de energia limpa que pode ajudar a União a cumprir as metas de redução de emissões até 2020. "Portugal tem um rumo muito claro sobre esta questão, ou seja, uma aposta nas verdadeiras renováveis. Mas compreende-se, no contexto europeu, que existam países a apostar no nuclear, uma "opção legítima". Quanto a ser uma energia limpa, Humberto Rosa considera que existe "um excesso de linguagem".
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